Characterization and clinical evolution of transplanted patients of a high complexity postoperative unit / Caracterização e evolução clínica dos pacientes transplantados atendidos em uma Unidade Pós Operatória de Alta Complexidade / Caracterización y evolución clínica de los pacientes trasplantados..

Fernanda Vieira Pereira Evangelista, Vera Lúcia Cândido Rocha, Aglauvanir Soares Barbosa, Rita Mônica Borges Studart, Isabela Melo Bonfim, Islene Victor Barbosa

Resumo


Objetivo: caracterizar os pacientes transplantados atendidos em uma unidade de alta complexidade e sua evolução clínica. Metodologia: estudo descritivo, documental, com abordagem quantitativa. Realizado em uma unidade pós-operatória de alta complexidade em transplantes, de um Hospital Público Terciário, do Município de Fortaleza. A amostra constituída por 109 fichas, dos pacientes transplantados renais, no período de janeiro de 2014 a julho de 2016. A coleta de dados foi realizada no período de fevereiro a março de 2017. Os resultados foram tabulados em uma planilha do programa Excel do Windows XP Profissional, com parecer favorável pelo comitê de ética do referido hospital, sob Protocolo nº 754.462. Resultados: houve uma predominância do sexo masculino em relação ao feminino. Predomínio da faixa etária de 29 a 39 anos, com 33% dos casos. Conforme identificado, o tipo de doação renal que mais se destacou foi de doador falecido, que representou 97,2% dos transplantes realizados, enquanto com doador vivo foi apenas 2,8%. Em relação ao tempo que os pacientes permaneceram em tratamento dialítico antes do transplante, observou-se uma predominância deste tratamento substitutivo por mais de 24 meses com 62,3% dos casos. Conclusão: o transplante renal não representa uma cura, e sim uma outra forma de tratamento substitutivo, é uma opção que abre possibilidades para uma vida bem próxima da normalidade.

Descritores: Transplante de Rim. Enfermagem. Unidades de Terapia Intensiva.


Palavras-chave


Transplante renal; enfermagem; unidades de terapia intensiva.

Texto completo:

PDF

Referências


Cruz MC, Andrade C, Urrutia M, Draibe S, Martins LAN, Sesso RC. Quality of life in patients with chronic kidney disease. Clinics. [internet] 2011;66(6):991-995. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21808864

Silva Jr TH, Felipe CR, Abbud-Filho M, Garcia V, Medina-Pestana JO. The emerging role of Brazil in clinical trial conduct for transplantation. Am J Transplant. 2011;11(7):1368–75. Disponível em: https://doi.org/10.1111/j.1600-6143.2011.03564.x

Mendonça AEO de, Torres G de V, Salvetti M de G, Alchieri JC, Costa IKF. Mudanças na qualidade de vida após transplante renal e fatores relacionados. Acta Paul Enferm. [internet] 2014; 27(3):287-92. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ape/v27n3/1982-0194-ape-027-003-0287.pdf

Farias GM, Mendonça AE. Comparing quality of life of patients in hemodialisys and post-renal transplant using the “WHOQOL-bref”. Rev Min Enferm. [internet]2009;13(4):574-83. Disponível em: http://www.reme.org.br/exportar-pdf/226/v13n4a15.pdf

Prates D da S, Camponogara S, Arboit EL, Tolfo F, Beuter M. Transplante renal: percepções de pacientes transplantados e profissionais da saúde. Reuol. [internet] 2016; 10(4):1264-72. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/viewFile/11112/12585

Primo HFB da, Hayakawa LY. Conhecimento da equipe de enfermagem na assistência ao paciente pós-operatório de transplante renal. Revista UNINGÁ Review. [internet] 2017; 29(3):11-17. Disponível em: http://revista.uninga.br/index.php/uninga/index

Medeiros AJS, Medeiros EMD. Desafios do tratamento hemodialítico para o portador de insuficiência renal crônica e a contribuição da enfermagem. REBES. [internet] 2013; 3(1). Disponível em: http://www.gvaa.com.br/revista/index.php/REBES/article/viewFile/2074/1619

Quintana AM, Weissheimer TKS, Hermann C. Atribuições de significados ao transplante renal. Psico (Porto Alegre). [internet] 2011;42(1):23-30. Disponível em: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistapsico/article/viewFile/6057/6295

Registros brasileiros de transplantes. Associação brasileira de transplante de órgãos. São Paulo; Ano XXIII, nº24; 2017. Disponível em: http://www.abto.org.br/abtov03/Upload/file/RBT/2017/rbt-leitura-sem.pdf

Trepichio PB, Guirardello E de B, Duran ECM, Brito AP de. Perfil dos pacientes e carga de trabalho de enfermagem na unidade de nefrologia. Rev. Gaúcha de Enferm. [internet] 2013; 34(2):133-139. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rgenf/v34n2/v34n2a17.pdf

Associação Brasileira de Transplante de Órgãos. Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), 2014 [Internet]. São Paulo: ABTO; 2015. Disponível em: http://www.abto.org.br/abtov03/Upload/file/RBT/2014/rbt2014-lib.pdf

Persch O, Dani DM. Transplante renal intervivos: um olhar psicológico. Caderno de ciências biológicas e da saúde. [internet] 2013;1. Disponível em: http://200.230.184.11/ojs/index.php/CCBS/article/view/29/18

Madeiro AC, Machado PDLC, Bonfim IM, Braqueais AR, Lima FET. Adesão de portadores de insuficiência renal crônica ao tratamento de hemodiálise. Acta Paul Enferm. [internet] 2010;23(4):546-51. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ape/v23n4/16.pdf

Rufino GP, Gurgel MG, Pontes T de C, Freire E. Avaliação de fatores determinantes do tempo de internação em clínica médica. Rev Bras Clin Med. [internet] 2012; 10(4):291-7. Disponível em: http://files.bvs.br/upload/S/1679-1010/2012/v10n4/a3043.pdf

Brasil. Portaria SAS/MS nº 712, de 13 de agosto de 2014. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas, imunossupressão no transplante renal. Ministério da Saúde, Brasília, 2014. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2014/prt0712_13_08_2014.html




DOI: https://doi.org/10.26694/2238-7234.714-9

Apontamentos

  • Não há apontamentos.



 

Indexado em:




Apoio: